sexta-feira, 18 de maio de 2018

Poeta



Poeta...
sois fabuloso em teu poetar
perto de ti fico sem casa
mas ganho asas para avoar
Poeta...
sois qual a lua no imenso firmamento
perto de ti me sinto nua
enfeitiçada, sou raia com saia de vento
Poeta...
sois o caos em minh 'equação inequívoca
perto de ti, sou locomotiva movida a vapor
sou tua grua hidráulica, cuja água é amor
Poeta..
sois partículas do ar que respiro leniente
perto de ti sou ave marinha morena
sou tua, Maria poema, estrela poente
Poeta...
sois igual ao Sol a pino 
dentro de mim sois rei 
Tritão, Netuno...
Poeta menino, carente
sim eu sei...
Meu Poema uno
Suprassumo
Meu sempre...
Son Dos Poemas 
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terça-feira, 1 de maio de 2018

Maio Contratual

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Maio contratual

Diz sintoma é colateral
Sim, toma tua luta habitual
Doma os teus dragões
E labuta conspirações

O repouso seja indelével beijo
A cada aurora realize o desejo
A todo instante o dia primário
Poesia dos Anjos no Sol emissário

Seja este mês conspirador
Tu das promessas salutar pagador
Que a paga estipule o ato consensual
A data presente simule o fenomenal...

Sobretudo que conste nos autos
Sobre o criado MUNDO os aspectos
Tu pagará no dia a dia a fração
O penhor será amor sem distinção

Prometa-se ser poético estar em riste
Ter firmeza, finesse mesmo se triste
Bem e benesse se abriu maio aquiescência
Logo outro mês, outra vez na sequência...

Son Dos Poemas 
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Feliz Mês de MAIO!

domingo, 22 de abril de 2018

Idília da Terra

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Idília da Terra

Do cerne da terra é surgido o fruto luzido
Antídoto em poema do rei mais lustroso
Não tem desculpa o bruto é tempo perdido
O riso vale de lágrimas quando este culposo

Por todo canto há idílica planta conteúdo
Folhas secas ao vento são iguais pirilampos
É beleza que suplanta é mágico manteúdo
Encanto sustenido à ira dos angélicos mudos

São tantas locustas para liquidar plantações
Sepulcros beijos, adustos sangues, salsos sertões
Combustas loucuras à sepultar corações

Vem da terra a bebida seiva em mel suplementos
Em verdade prometida nosso berço, luz e acalanto 
Ah!..Hipotética vida éter até os quintos dos elementos

Son Dos Poemas
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Terra Telúrica

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TERRA TELÚRICA

Aniversaria a deusa telúrica
Mãe natureza em extensão e grandeza
Cabalística mística Gaia em supra pureza 
Com densidade e capacidade intríssica

Sutileza da deusa essencial ao viver
Berço que acolhe no veio escorre na artéria
Reabilita sempre o ciclo recolhe a matéria
Eleva o espírito sob o ventre que aterra o ser

A beleza gestacional cuja terra fecunda
Rotatividade que arde em torno do Sistema 
Planeta que gira no eixo da estrela apoema
Ar de arte, terra e fogo à mar se inunda

Terra do navegador do homem e do amor
A mãe fértil e sensata que o solo germina
Gaia que a fome mata e o primata nina
Deusa-terra que a oração oferta em flor

Hidrata a sede e a pele de quem d’água carece
Em seus tantos riachos, açudes e nascentes
Completude dos rios eleitos das fontes e afluentes
Virtude é ter e ser preservar Gaia que a vida floresce.

Son Dos Poemas *SôniaMGonçalves imagem google

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Escalador


Escalador

Expira a dor respira o ar...
Escala as montanhas e deixe a dor lá no sopé
A flor da pele com força tamanha faz-se senti-la
Escala com complô de amor 
Ao compor a magia deixai fluí-la
Desde o último fio de cabelo até a ponta do pé
Ouve o grito das cigarras e agarra o silêncio
Penso no vácuo, nem sempre há precipício
Por isso, no papiro, tantos suspiros d’alma
Exala de dentro toda calma possível visível
Faz do impossível um cheiro agradável 
Emanado de repente do centro que encerra
Quando cessar da chuva emergida terra
Do invisível um olor de madeira delicado
E faz-se amor mais puro no escuro aperolado...
Escala dor que sentes pelo mundo tão tolo
Anota num rolo de pergaminho o próprio saber
Deixa ali teu sabor, selado com a língua 
E singra as palavras para amanhã ser
Impressos entre mim e m’eu, t’eu e você
E os tantos passarinhos que passarinham 
As verdentas palmeiras em dobraduras
Em nossas almas campeiras e puras.

Som Dos Poemas
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quinta-feira, 29 de março de 2018

Palavra Amiga

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Palavra Amiga

Às vezes precisamos de tão pouco
só de uma palavra e atenção
de amor sincero sem medida
Sem birras e sem intrigas
de uma fagulha de inspiração
servida como uma fatia de pão
de uma palavra bendita e amena
da mão amiga que se estende
Afaga a cabeça e ameniza o problema
Inspira um tema de amor que surpreende
Nem sempre eu preciso ser forte
Posso sim ser como um passarinho
Sem rumo, sem norte
Mas precisamos de carinho amor e suporte
Acariciar a alma num acalanto que acalme
Receber um abraço que desarme e nos alme
Livres do desarvoro do momento 
E assim nos transporte de volta 
Nos arrogue novos bons pensamentos...
E faça-nos lembrar que a vida é sorrida
Sofrida, oferecida, só de ida o passaporte
E tudo passa num sopro de vento
Contudo, só não tem solução para a morte.


Son Dos Poemas
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Flor de Cacau

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Flor de Cacau

dos ramos mais antigos
a floricultura surgente
a poderosa mistura
que embriaga 
a espiga da flor do cacau 
mel e fava de baunilha 
aroma de sedução
uma ilha de perdição
só pra contrariar
Acorda...
Se extrai o licor 
lambisca pelas bordas
Ah!...Chocolate é tão bom,
que engorda...


Son Dos Poemas
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Eixo x

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No eixo X
Naquele ponto distante
No trecho que sempre diz...
É este o ponto de encontro
Na curva que precede o queixo
No tempo que antecede o ser feliz
Na agulha que segura a mola motriz
No tempo, cujo ponteiro faz locomover
A rosa dos ventos enlouquecer
No ar que respira e não se vê...
No edifício que edifica o humano
No invisível eixo dentre
Na Luz ou no feixe sempre
Em qualquer seixo do jardim...
Na temperatura elevada dum beijo...
No obelisco do espírito que solfejo
No cântico dos cânticos de mim
No gestual puro e singular
No hangar que abriga a alma volátil
No lugar que pacifica o coração 
No eixo que explica comoção
Na metade do hemisfério 
No galpão do pensamento etéreo
Repleto de ilusão e mistério
É lá que costumo te encontrar...


Son Dos Poemas

Dor



DOR

Lancinante sente o corpo fustigado
A dor mais cruel por todo lado difusa
Há febre evapora pelo corpo fatigado
E os sentidos numa conversa confusa

Numa reversa intermitente ínfima
Um palavrear entre a dor e o reagir
Um pedido clemente numa audiência íntima
Vai ao limiar do inferno e tenta fugir

Dentro do peito o espírito sofre e queima
A alma fica agitada feita as marés bravias
O corpo absorto reage por pura teima
Há febre avista até lebres e delirantes poesias

Tento alinhar a alma com calma absoluta
Extrair a cicuta que a matéria toda envenena
Pedir desculpas sei, é coisa de etérea resoluta
Em meu suor doce salgado me fazer mais serena

Escrever meu poema no sangue virótico
No pirético dos sentidos vê flambar o organismo
Reverter o problema de esse ser simbiótico
Aprender na prática com o próprio empirismo

Há dores dilacerantes que nos cruza o caminho
Ah!Visão conturbada que me faz tão enferma
Viver igual passarinho recolhida em meu ninho
Ficar acamada e na pele febril transpirar poema.

Son Dos Poemas 
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Postura

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Um Amor de Fantasia

Filosofia Nua e Crua



Filosofia Nua e Crua 
cem por cento sem
sem máscaras e subterfúgios 
na cantilena do âmago 
num canto do estômago
no refúgio do som dos poemas
transparente e translúcido
igual um mineral no tempo
um cristal fragmentado no vento...
num contexto firme no firmamento
num concerto lindo no pensamento
sem pretextos
alguns defeitos são perfeitos...
outros não.

Son Dos Poemas

Meu Sonho De Liberdade

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Meu Sonho De Liberdade

Contemplo um buquê de nuvens sobrepostas...
Quase posso tocar o arco íris do firmamento
Dentro d’asas d’ um avião o vão pensamento
Um lume de plumas sem interrogantes repostas...

Sinto na boca o gosto livre do arbítrio sem tamanho...
Nas papilas um cheiro de liberdade dissimulada... 
Uma fragrância de céu n’alma floral outonada
Perfumo meu ventre livre de lírios e sonho...

Leio nas nuvens segredos em ágata escrita...
Em meus devaneios á língua é troante
Engulo seco abrupto silêncio falante
Tentando esquecer aquela poesia esquisita...

Inspiro os ares ás influências d’opalas místicas 
Sem submissão libertária total sou presente...
Visto loucura absoluta voo e doo fé livremente
Embebedo-me com licor de nuvens anarquistas

Sonho em versos de intrínseca poesia...
Há linguagem é lúbrica tântrica e talantes 
Um enredo de vontades e palavras mirantes
Liberto meus devaneios de mim fugidia...

Há um manto de poesia sobre as nuvens augustas 
Um elo de liberdade descortinando notas melódicas
Escorre em fio sobre as nuvens de chuvas poéticas
Despejam sonatas acústicas á cerca da liberdade ás custas...

Son Dos Poemas

quinta-feira, 22 de março de 2018

Aroma D'Felícia

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Aroma D’Felícia 

Desde as primícias Sô agraciada...
Assumida a mente vive nas alturas
Deserta sô palavra d’mim agregada
Reverencio as mais diversas culturas...

Vejo no m’eu poeta indecifrável amuleto
Tempero e química d’enigmas cabais
Uma louca magia que acende meu peito
Amor d’poetas é coisa d’almas atemporais

Abissal é o lume que afortuna o semblante
Borboletas no estômago são pirilampos
Lufadas de ventos felicidade basculante 
Enche os pulmões d’ares puros dos campos

A felicidade é queda d'água lufa lufas...
É banho de cachoeira só quem vê crê
A pressa quando se chega á bulhufas 
Corre-corre p’ra que se a vida é turnê?

Acho que até o tempo é sem pressa
A pressa é nossa em primeiro grau
Galgar os degraus mais que depressa
Atingir o cume entre o sonho e o real...

A felicidade é ambidestra habilidosa
É escrita com ambas as mãos d’escultor
Uma segura o bastão outra afaga a rosa
E o coração escreve o bordão... ”AMOR”...

Son Dos Poemas

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Água Da Fonte

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Dia 22 de março dia mundial da água

Água Da Fonte

Nos mananciais d’água viva...
O gosto inodoro e incolor
O sabor que na língua saliva
A seiva bruta é dilúvio d’amor...

Dessedenta e fecunda com abundância
Brota como sonho doando á terra fertilidade
Surge das nascentes é da vida constância
Das chuvas esperança colheita e natividade...

Água que mata a sede das matas e florestas
E secura do chão das veredas do agreste
Das bocas dos peixes das pacas e poetas
Fluído que escorre da pia na testa celeste

Nutrimento das pombas cardigueiras 
Inspiração da poesia da morte e ciprestes 
Nascentes das rocas das cachoeiras
Afluentes das correntezas campestres

Eflúvios dos poemas dínamo gerador
Melodia do corpo mel da vida elixir
Unção d’alma alimento d’eu condor
Gota d’orvalho maná d’nosso existir...

Fio d’poesia que emana da fonte pura...
Reino das águas claras planeta água magia
Realidade que o homem turva por loucura...
Derrama objetos dejetos impuros dia após dia...

Son Dos Poemas

NESSA HISTÓRIA

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Nessa História

Numa fusão do presente florescente
Dentro do invisível agora acontecê
Um encontro marcado de repente
Entre mim, o impossível e você...
Um cavaleiro num lance qualquer
Chegou num veleiro do tempo em transcursão
Chamou-me de amor e de linda mulher
Numa piracema do vento na transição
Trouxe a lua no olhar e um poema na mão
uma insígnia de estrelas no pescoço roliço
Encantecimento e aconchego no beijo, feitiço...
No lilás das borboletas cintilantes de strass 
no bolso da jaqueta de couro sintético diamante
uma goma de mascar com gosto poético alucinante
na mordedura da língua ávida e famulenta...
um conto de outono que dá ideia e sustenta
num sobrescrito de sorrisos líquidos derramados
muitos torrões de açúcares derretidos nos lábios...
Pimenta...
Vertidos dos meus devaneios picantes
um tênis branco que achei interessante
sua coleção de sonhos no livro dos segredos 
um anel enigmático de aedo no dedo
tocou-me com a lira de vate encantador...
Mostrou-me seu mundo no olhar enlanguescido
Trouxe o céu plúmbeo e o dia incandescido
Passeou comigo feito passarinho ao relento
Foi meu soldadinho de chumbo divertido
Num céu cinzento minha rosa dos ventos
Girou em tântricos sentidos...

Son Dos Poemas
SoniaMGonçalves

Outoniço

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Outoniço

Ou tô nisso ou tô no inverno
Bem outoniço madrigal antevejo
Pressuponho um pastoril interno
Um lindo outono cheinho de beijo

Outônico o coração é passarinho forte
Pra dissipar a saudade que me embruma
Neurônico espírito asado à minh’ própria sorte
No outono daltônico que minh’alma empluma

Outoniço no veranico dia lascivo e hibrido
Lembranças outonais felizes abundantes
Inspira-me uma lira regida em verso rígido
É suspiro dos colibris e corujas tonantes

Outono esperado, inspirado, romântico
Ao repousar em meus ombros a folha morta
Rasgadas dos arvoredos aos olhos tântrico 
Segredos banidos que minh’ alma comporta

Arrebenta no outono intrínseca pocema
Outona meu brado em bem outonar
Inerente a mim és meu onírico poema
Meu sonho mais louco é querer-te amar.

Son Dos Poemas
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quarta-feira, 21 de março de 2018

Espanto

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Espanto

Confuso teu espanto, configurou precisão
Derramou um cântaro d’desejos e fetiches no ar
Beijos na boca e feitiço, por isso a paixão
Fez-me para sempre serena, plena
Poema com raíz em tua boca simbiótica
Nem perto nem longe no meio bucólica
Nem cedo, nem tarde, maiêutica
Interpretadora dos signos que nasce
Entusiástica de himeneu e hermenêutica
Além de qualquer tempo catarse
Amado, ardido, foguista que aquece
No meu ponto de vista honorífico...
Acho que veio com o vento acalmado
Cavalgar meu corpo vívido desalgemado
Inspirar meus versos arrimados
Tomar meu vinho de jabuticaba surreal
Galgar meus pensamentos úmidos em amor
Beijar meu sorriso tímido com gosto de licor
Atravessar o umbral seja lá onde for...
Ao provar meu beijo almado 
Agora é p’ra sempre 
Amado...


Son Dos Poemas

Meditando Cá-Fé

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* Meditando Cá-Fé *

Toda manhã a rotina
Acetinado o dia 
A noite guilhotina
Em alguns o olhar heliófobo
Cheios de fotossensibilidade 
Nos olhos vermelhos feitos lobos
O cio é visível, interminável...
Sensível ao universo impalpável
Tomo o café com gosto amistoso
Esqueço completamente ontem
Sinto o cheiro do dia de novo
Do novo ofegante, misterioso
Penso lá longe, bem mais adiante...
Medito igual um monge Tibetano
Me perco no pensamento íngreme
Sem plano certo
O que é ser poeta...
O que é estar poético...
A fé sopra quem nela acredita...
Algumas selfies são narcisistas...
Nem Freud, em suma teórica explica
Esse mundo louco, real, virtual...
Mas outras fotos delate-se
Enigmáticas...
Talvez Aristóteles dissesse
São só autorretrato 
Louca catar-se 
Dramática de si.


Son Dos Poemas
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Flor Dióspira

A imagem pode conter: Sonia Gonçalves, sorrindo, selfie, árvore, close-up e atividades ao ar livre

Flor Dióspira

Ao frutescer d’outono o tão doce pomo
Sugiro a essência dióspiro como fosse ópio
Suspiro à papoula florejada do sumo ao gomo
Me embriago, tomo desse hidromel tão óbvio

Advindo da flor discreta, da fruta suculenta
O fruto mais doce ruborescido que dessedenta
Apetece a língua rubra e o suco mágico alimenta
A baga de fogo incandescida d’açúcares sustenta

Feita sombra vermelha na alça pendente da lua
Iguais raios d’ estrelas dourados de mel á claridade
D’armadura rubra quando despida d’casca fica nua
No sentido matuto no suave licor há tonicidade

Aqui tem flor de caqui em frutescência
Encarnado alimento a Zeus designado
Colheita de março em maço robusta essência
Amadurecido nos cachos ao calor outonado

Ah!Como caqui até lambuzar o pensamento
Do purpúreo mais intenso tingir o verniz dos dentes
Adoçar os lábios pela gula e afoitamento
Cá caqui e sanhaços felizes são estridentes.

Son Dos Poemas
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Encontro da Poesia

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Encontro da Poesia

Assim aconteceu este encontrar poético...
Um dia em que tudo foi mágico...
Poema encontra Poesia em ode de Paradise
Uma ópera tão perfeita que todos pedem reprise.

Poema com sua prosa fabulosa e sedutora
Poesia com sua rima charmosa e devoradora
Nos lábios trazem versos e beijos majestosos
Nas faces sapecas leves só risos gostosos...

Encontro poético em que o amor se cala
Um encantar tão eclético que até o sol fala
A lua assiste maravilhada e brilha em marfim...
Estrelas surgem em revoadas com beijos festim

A Brisa sopra o vento faz furacão com rajada
E a boba da poesia sente-se escandalosamente desejada
E o bobo do poema? Com calma d’alma dava risadas...
Suprem assim com energia romântica as almas apaixonadas...

Faz brilhar suas auras de poéticas iluminadas
Poesia acalenta sua cabeça em poema mil fantasias...
Poema dança abraçando a poesia eminente
Ambos se amam em luau de magia livremente...

Desse encontro dá-se o maior sarau dos tempos
E os beijos de poema e poesia giram as rosas dos ventos
Enfeitiçados rabiscam seu amor por todos os cantos
Vestem asas espalhando poema e poesia pelos campos...

Esse é o conto de Poema e Poesia...
Uma fábula da realidade do coração
Um sonho uma linda fantasia...
Uma Poesia ao Poema... Minha fonte de inspiração!

Som Dos Poemas