domingo, 21 de setembro de 2014




A Culpa É Das Entranhas

Vem das entranhas de minh’ alma e coração...
Minha ânsia e volúpia desgovernada sem compaixão
Nossa transição em transação das nossas vidas
Trama das entranhas nossas com paixões coloridas...

Suave é a brisa que minha boca beija com atrevimento
Toca meus lábios sedentos com sua língua e ares de vento...
Acende minha libido e desperta minha criatividade
Poder de concentrar em nada essa é a pura verdade...

A culpa é das entranhas que tramaram nossa junção
Juntando poeira das estrelas e pé direito em construção...
Arquitetaram encontro do sol com a lua naquela estação
Espalhando primavera pelos campos botões e florão ...

Amor tão literal e visceral que nos deixa invisíveis
Ser sua gueixa sem nenhuma queixa ter colunas flexíveis
Aproveitar essa deixa e viver sonhos possíveis... Amar...
Fechar os olhos e imaginar-se encontrar margear...

Velejar pelo mundo em águas doces oceânicas vadiar...
Virar meu lado direito pelo avesso em escritura
Beber a seiva da vida bruta em tua essência pura
Uma loucura púrpura como uma flor de lótus amar...

Son Dos Poemas
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