sexta-feira, 5 de setembro de 2014



Fábula Simples Assim 

Sonhava com mar ao sol morando na lua... 

Crua realidade que a vestia nua e crua 

Assim simplesmente existia respirava 

Uma fábula um bom dia poesia suspirava... 



Simples era a tal rosa de pétala enrubescida 

Sonhava feita a mais bela rosa adormecida... 

Louca olhava a janela e debruçava sonhos 

Sonhava paraíso d’espinhos sem tamanhos... 



Delírios da rosa vermelha tonalizada sangrenta 

Q’ quando o sol á tocava se transmutava magenta 

Vivendo num reino de margarida... Jardim... 

A rosa era plebeia, porém sagaz entendia sim! 



Paralela à mente vadiava n’alva alameda 

Avenida de orvalho se fazia tão longa vereda... 

Cobria-se de sonhos em lençóis de seda 

Brincava n’ bruma branca com ar doce e azeda 



Coloria tudo com poesia vestia de violeta... 

Desabrochava com delírio se achava perfeita 

Sonhava ser a tal rosa amor de Romeu Julieta... 

Simples assim ela avoava pensava ser borboleta... 



Um dia chovia caia lágrima de fantasia... 

Nublado era aurora da rosa dessa poesia 

Presa em redoma de vidro só chorava... 

Molhava folhas delírio sobre os lírios pranteava... 



Alegoria com som de magia simples assim; 

Sonhei uma fábula de lírio enfim... 

Mas era delírio de poesia Sim... 

Assim o conto escrevia...Fim. 



Son Dos Poemas
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