sexta-feira, 5 de setembro de 2014


Metamorfose D’Alma

Meu interior é de borboleta em tom tecida
Livre e rebelde com asa afoita sã enfurecida
Voa enlouquecendo minha mente e pensares
Colorindo folhas abraçam árvores rompe os ares

Atravessa as cortinas de vento faz-se liberta
Em nuvens acolhe pensamento assim completa
Concretiza o momento eterniza os murmúrios 
E a metamorfose acontece em voos e mergulhos...

Com a fúria da natureza me borboleto e bajulo 
Renasço sem jeito, alinho no peito, me deixo, acasulo...
Apurando todos os sentidos distraio a existência
Loucura faz sentir nelas a mais pura essência

Despertando as sentinelas da supremacia
Da brisa que toca suas cores beija e acaricia...
Faz-me viajar no pensamento para outros lugares
Encontrar-te na velocidade do vento unir versares

Ecoa o som em verbo das eloquências
Perde-se refletindo resumindo a pura evidência
A vidência das flores magnificências e aparências...
E a metamorfose ocorre com suma existência

Soberana é essa borboleta em esplendor
Sabe que a vida é curta para tanto espera amor...
Ao abrir os braços é pássaro de quero sim
Fechadas asas é mariposa que voa assim

Á toa com asas de querubim...
Bem aqui... dentro de mim...

Son Dos Poemas
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