quinta-feira, 9 de outubro de 2014


O Viageiro

Era um cavaleiro bem atrevido...
Um menestrel Inteligente e divertido
Voava decidido em seu alazão, tocava violão
Nessa era era bem calmo em outras eras não...

Era um cavaleiro viageiro corajoso...
Um deus do sol mensageiro luminoso
Espalhava raios de ternura com seu figurino
Conquistava as donzelas com seu jeito menino...

Tocava também harpa bandolim e reco reco...
Tinha sorriso de querubim tirava som das estrelas fazia eco
Mostrava-se cavalheiro bem atraente também...
Um grã guerreiro cavaleiro valente sol d’amor refém...

Travava longas batalhas com dragões e serpentes
Viajava nas asas das fantasias mais eloquentes
Era solitário andante Dom Quixote encantador
Relvejante nas manhãs insólitas sonhador

O tal viajante era um cavaleiro errante viajor
Procurava sua amada em raios de luares louco amor
Percorria nas nuvens as veredas galopantes...
Apaixonado por poesia era poema sempre amantes

Viageiro era pertencente aos mares austrais 
Aspirante marinheiro num céu azul marinho envolto á cristais...
Era um cavaleiro de todos os tempos atemporais... 
Viajava no vento pelo amor de poesia a queria sempre mais...

Son Dos Poemas
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