quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Cavaleiro








Cavaleiro 

Havia um tempo dos templos e templários...
Dita á luz do meu imaginário in glória
Onde a santíssima ordem conta-se tempos
As seculares profecias dobravam poesia...

Cavalgavam brumas sombrias e pálidas
Sob os ombros o manto cobria a figura esguia
Em unidade ascendente o cavaleiro ás horas cálidas
Tépida magia ao nevoeiro vinho e sangria

Cavaleiro perceptivo por bons sentimentos
Mestre dos ventos mágicos unguentos e moinhos
Trazia o dialeto dos céus traduzindo pergaminhos
O rumo poético teor da rosa abstração d' espinhos

Oh! Cavaleiro viajante dos tempos medievais
D’ reles capelas abrem-se porteiras em ti catedrais
Guardião dos portais das escrituras sagradas
Viageiro do paraíso fronteiras e cruzadas

Paladino palavreante da justiça divinal
Protetor dos injustiçados d’aura angelical
Brilhante é o halo dourado que te circunda
Esplendoroso teu ser de magia oriunda

Espalhas aragem em boa fé pelo zodíaco 
Tu cavaleiro das trombetas astronômicas celestiais
Gladiador das eras medianista e mundo onírico
Sonho lírico cavaleiro d'alma pura ternura entre mortais...

Son Dos Poemas
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