quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Vale Um Soneto


Vale Um Soneto

Vale um poema de coração impoluto
De improviso cheio de boa ventura
Anexado um soneto bem esperto e astuto
Sem metrificação medido em ternura


Águas em movimento de oceânico
Oscilante é o gemer do moinho
Rasga a praia como um amor platônico
Pousa sobre as veredas abre o caminho

Quanto de luz cabe num tom amarelo?
Furioso mistério negrito vento...
Há quantos de nós para contar esse elo

Atento o vento desfigura um castelo...
Quanto vale o belo sublime momento?
Poema compacto ao olhar paralelo

Son Dos Poemas

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