domingo, 24 de janeiro de 2016

Meu Sol De Verão



Meu Sol De Verão


E então te verão aí e eu aqui altaneiro...
Vejo-te daqui imagino-te amor por inteiro
Beijo-te em plena conjugação verbal
Num verso conjugado tu e eu visto casal

Casual é o arco íris que te rodeia...
Entre uma nuvem branca que te clareia
Os sorrires tão florais que te faz altaneiro
E o dia amante cultiva a cria é jardineiro...

Tanto calor parece ser amor...
E a família é misericordiosa sempre
E há serpente faz queimar de ciúme o ventre
A poesia voa exausta diz-se incomum ao condor...

As metáforas são em cifras altaneiras 
O sol amarela o ouro do triângulo das Bermudas 
Os sorrisos de felicidades são campestres
E o curso do rio verdadeiro segue os celestes

E a diadema é da dama sempre presente
E á conta d’ lágrima é d’outra sempre inerente
E a tal dama das letras em versos citada...
Bebe sua própria lágrima condensada...

Diz ao sol de verão acalorado...
Voltar para casa é sempre bem por ser amado
Faz entender a lenda da marquesa
Perder sua luz, mas ser eterna princesa...

Embaçar a pupila qual Domitila ás avessas...
Acalantar o espírito com frias compressas
Entender que destino é o tempo com pressa
Desatino é querer alcançar o que interessa...

Observar o quadro ver quão real é a fantasia
Compreender que tudo pode ser só pó ou poesia...

Son Dos Poemas
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