quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Quando Natal...



Quando Natal...

Há quem não goste ache triste...
Também diferentes indiferentes
Os que como eu incisivamente
Insistem boas energias fluem d’mentes

Algumas mentem loucas outras sanam...
Histórias de tantos natais presenciados
Outras memórias das mentes emanam
Nas gentes dingo bells cadenciados

Entre parênteses Cristo versos Noel
Cristais onde arquitetas d’fantasia
Uns criticam outros tiram o chapéu
Mentes inquietas ao ar depura magia

Coisas devidas juntadas ás primícias...
Delícias desde a infância o sabor real
A vida é um palco de luzes natalícias
Castanhas sumidas ressurgem é Natal!

Verdades hipocrisias velas natalinas
Impera pelos ares clandestina folia
Indultos inaceitáveis com teor d'latrinas
Amor p’ra os guerreiros do ano POESIA!

Son Dos Poemas
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