quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Som D'Conchas



Som D’Conchas

Ouço o marulho do poema sibilar...
D’dentro d’uma concha fluído
Mergulho em tua piracema d’amar
Esbaldo-me neste sonho lívido...


Fetiche meu em te ver onirismo...
Serás meu rito d’poesia som d’olaria?
Meu respirar ao teu diafragma erotismo
Ou será o delírio do poeta a poesia?

Inspiração do trovador boêmio na lua...
Nas cifras sinfônicas d’Sebastian Bach
Ouve o som d’violino da estrela nua...
Sente o perfume amor em florais d’bach...

Nossa alquimia faz-se na fusão d’amar...
Há calmaria d’ouvir o mar. As conchas...
Encontrar os lábios d’fogo e olhar d’mar
Abraçar ‘alma imaculada sem manchas...

Afortuna-me ver teu amar infinito...
Teus lábios estremecidos estresidos 
Teu jeito puro d’amor hermafrodito
Faz repercussão nos meus ouvidos...

Nossa válvula de escape é querer-se...
Mirar a chama á arder até apagar
A loucura mais doce é sempre viver-se
Ouvir o som d’vento nas conchas do (a)mar...

Son Dos Poemas


Postar um comentário