quinta-feira, 29 de março de 2018

Eixo x

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No eixo X
Naquele ponto distante
No trecho que sempre diz...
É este o ponto de encontro
Na curva que precede o queixo
No tempo que antecede o ser feliz
Na agulha que segura a mola motriz
No tempo, cujo ponteiro faz locomover
A rosa dos ventos enlouquecer
No ar que respira e não se vê...
No edifício que edifica o humano
No invisível eixo dentre
Na Luz ou no feixe sempre
Em qualquer seixo do jardim...
Na temperatura elevada dum beijo...
No obelisco do espírito que solfejo
No cântico dos cânticos de mim
No gestual puro e singular
No hangar que abriga a alma volátil
No lugar que pacifica o coração 
No eixo que explica comoção
Na metade do hemisfério 
No galpão do pensamento etéreo
Repleto de ilusão e mistério
É lá que costumo te encontrar...


Son Dos Poemas
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